30/06/12

DISCURSO DE ABERTURA, ALMIRANTE "MIAU"





Excia  Presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação eleitoral (CASA – CE).

Exmos. Vice-Presidentes e Secretário Executivo Nacional.

Prezados companheiros, membros, amigos e simpatizantes da CASA-CE.

Estimados convidados.
Minhas senhoras e meus senhores!




Por incumbência de Sua Excelência o Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku,  Presidente da CASA-CE, sou a proferir o discurso de abertura deste magno evento, a primeira reunião do Conselho Executivo Nacional.

Começo por referir que as terceiras eleições multipartidárias de Angola, a realizarem-se no dia 31 de Agosto de 2012, têm lugar numa conjuntura internacional muito particular, marcada, por um lado, pela crise económica  e financeira que, tendo conhecido o seu início nos EUA, assola a Europa ocidental, mormente a zona Euro. Por outro lado, a conjuntura está marcada pela chamada primavera Árabe, que concede aos povos da região uma maior participação na conduçã0 dos seus destinos, pondo fim, em alguns países, a décadas de poder autocrático.

A crise económica e financeira a que atrás nos referimos, longe de ser um facto episódico, desafia os fundamentos do sistema económico e financeiro prevalecente no Mundo ocidental. Apenas com transformações profundas, substantivas e estruturais, se logrará ultrapassar a crise, dizem os entendidos.
As duas situações  supracitadas, têm afectado e continuarão a afectar os países da África subsaariana, a uns mais do que a outros e Angola não é uma excepção.

Para que os Países da natureza de Angola, melhor se defendam desses fenómenos, e de outros, que em conjunto conformam um grande desafio à segurança nacional e ao desenvolvimento social, é necessário que aprofundem a democracia, reforcem a unidade e coesão nacionais, acabem com a analfabetismo no seio das suas populações, elevem o nível de escolaridade e de formação profissional dos seus cidadãos, combatam com firmeza e sem hipocrisias e com honestidade a intolerância política e o tribalismo. É necessário que contem com forças políticas fortes, esclarecidas, decididas e actuantes, que eduquem a sociedade, disputem o poder político e formulem políticas para a solução dos problemas  dos seus povos.
E a CASA-CE é em certa medida consequência de tudo isto. É o produto de uma necessidade objectiva. É a força que o povo clama.
Foto: Almirante Gaspar Mendes de Carvalho (foto de arquivo)

Companheiro presidente,
Companheiros vice-presidentes,
Membros, simpatizantes e amigos da coligação,
Caros convidados,
Minhas senhoras e meus senhores.

Para ser forte, uma força política carece de estar convenientemente estruturada. Por isso, a CASA-CE conta na sua estrutura com vários órgãos nacionais, de entre os quais o Conselho Executivo Nacional, que realiza, hoje e aqui, a sua primeira reunião ordinária, no advento da terceira eleição multipartidária do país, que precisamos vencer, para salvar Angola do abismo a que se dirige.

Devo lembrar os meus companheiros aqui presentes que só se vencem eleições com trabalho árduo, persistente, inteligente e organizado. É necessário que cada um de nós dê o seu melhor, para que possamos disfrutar do sabor da vitória em Setembro de 2012. E o papel do Conselho Executivo Nacional, que tem a incumbência de tratar dos assuntos quotidianos da Coligação, é essencial e imprescindível.

Pois, que esta primeira reunião ordinária do Conselho Executivo Nacional sirva tal como programado para a sua melhor organização e funcionamento e para preparar e tratar da participação com êxito  da CASA nas próximas eleições gerais, que conduzirá  o companheiro Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku para o cargo de primeiro magistrado eleito do país ou seja de presidente da República. Dizendo isto, esclareço que não é a ambição que nos anima mas é  respondendo à Nação que clama pela nossa entrega.

Com estas palavras e em nome do Presidente da CASA-CE dou por aberta a primeira reunião do Conselho Executivo Nacional.

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